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Proteção Civil de Vila Verde destruiu 638 ninhos de vespa velutina ao longo do ano 2025

Aplicação de biocida reforça combate à expansão da ‘vespa asiática’ O Município de Vila Verde procedeu à destruição de um total de 638 ninhos de vespas asiáticas em todo o concelho, ao longo do ano de 2025, com recurso à aplicação de biocida. A informação faz parte do relatório de atividade do Serviço de Proteção Civil, que atribui ao período de outono a maior incidência de intervenção.O vereador responsável pelo pelouro municipal da proteção civil, Patrício Araújo, salienta a evolução dos métodos de combate à expansão da vespa velutina e da melhoria de eficácia das operações, que têm sido levadas a cabo por operacionais da Divisão de Ambiente e Obras do Município.“Ao contrário do que anteriormente acontecia, os métodos de destruição evoluíram e agora não passam pela incineração noturna dos vespeiros, mas sim, pela inoculação de um biocida que é injetado no interior do ‘ninho de vespas’”, conforme explica o autarca.A aplicação do biocida é efetuada com recurso a varas de carbono, ficando o produto a atuar e a provocar a morte progressiva da colónia, num processo que pode levar até duas semanas. Patrício Araújo explica que, por isso, é normal que os vespeiros continuem a ser visíveis, apesar de se manterem inativos, enquanto se vão desfazendo com o decorrer do tempo, sem atividade das vespas”.Dos 638 vespeiros destruídos em 2025, cerca de dois terços foram inoculados nos meses do outono, período em que se tronam mais visíveis por força da queda de vegetação e folhas das árvores. Após a intervenção, o serviço municipal de proteção civil coloca aviso no local com a informação: \"Ninho destruído por aplicação de biocida\".Município de vila Verde, 21.01.2026
21 de Janeiro
Apoio ao Associativismo 2026 ABERTAS AS CANDIDATURAS

Município de Vila Verde abre candidaturas aos apoios ao associativismo para 2026

O Município de Vila Verde informa que se encontram abertas as candidaturas aos apoios municipais ao associativismo, tendo em vista a atribuição do subsídio relativo ao ano de 2026, nos termos do n.º 1 do artigo 5.º do Regulamento Municipal de Apoio às Associações e Coletividades. As associações e coletividades interessadas deverão submeter a sua candidatura exclusivamente por via eletrónica, através da plataforma AIRCSOL, disponível em 👉 https://aircsol.cm-vilaverde.pt/Para o efeito, é necessário que a associação esteja previamente registada na plataforma. Caso o registo ainda não tenha sido efetuado, deverá aguardar a respetiva validação e, posteriormente, aceder ao menu “Apoio ao Associativismo e Freguesias”, procedendo ao preenchimento integral do formulário e à submissão da candidatura, com a anexação obrigatória dos seguintes documentos:- Cópia do cartão de identificação da pessoa coletiva;- Cópia atualizada da ata de tomada de posse dos órgãos sociais;- Cópia dos estatutos e/ou regulamento interno;- Cópia do relatório de contas do ano anterior e respetiva ata de aprovação;- Cópia do plano de atividades para 2026 e ata de aprovação em assembleia geral;- Previsão orçamental para 2026;- Certidão de não dívida à Segurança Social;- Certidão de não dívida à Autoridade Tributária;- Registo Central de Beneficiário Efetivo (RCBE) atualizado.A candidatura deverá ser submetida impreterivelmente até ao dia 31 de março de 2026. Não serão aceites candidaturas entregues em papel, em mão ou por correio eletrónico. Nos termos do artigo 5.º, n.º 4, do Regulamento Municipal, a falta de qualquer dos documentos exigidos e/ou a submissão fora do prazo estabelecido implica a anulação da candidatura.Para esclarecimento de dúvidas ou apoio no processo de candidatura, as associações poderão dirigir-se ao Município de Vila Verde – Serviço de Ação Cultural ou contactar através do número 253 310 516.O Município de Vila Verde reafirma, assim, o seu compromisso com o fortalecimento do movimento associativo local, reconhecendo o papel fundamental das associações e coletividades na dinamização social, cultural e desportiva do concelho.Município de Vila Verde, 20.01.2026
20 de Janeiro

Eventos

Feira de Ciência & Tecnologia de Vila Verde 2026
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Feira de Ciência & Tecnologia de Vila Verde 2026
Iniciativa da Casa do Conhecimento e das Escolas do concelho decorre de 21 de janeiro a 8 de julho A sétima Feira de Ciência & Tecnologia de Vila Verde, arranca no dia 21 de janeiro na Casa do Conhecimento de Vila Verde e decorre até 8 de julho, envolvendo milhares de estudantes, escolas e investigadores. A edição deste ano apresenta um programa robusto, que combina palestras científicas, mostra de projetos, oficinas para o pré-escolar, atividades intergeracionais, caminhada ambiental com acompanhamento científico e o segundo Congresso de Ciência & Tecnologia, acreditado pelo Centro de Formação do Alto Cávado. Desenvolvida em parceria com as escolas e agrupamentos do concelho de Vila Verde, a iniciativa está integrada nos Clubes de Ciência Viva na Escola: Através do programa diversificado em termos de atividades e de ações que podem ser acompanhadas online, pretende-se envolver toda a comunidade educativa e o meio social envolvente. A Feira de Ciência & Tecnologia conta com a colaboração de parceiros científicos de referência, como a Universidade do Minho (Escola de Ciências e Centro de Engenharia Biológica), a Palombar – Conservação da Natureza e Património Rural, o Braga Science Film Fest e o Centro de Formação do Alto Cávado.PROGRAMAÇÃO 21 DE JANEIRO “O Incrível Mundo das Formigas” é o tema da palestra científica com que Rafael Pinto, licenciado em Biologia Aplicada, marca o arranque do programa, agendada para esta quarta-feira, às 10h00, na Escola Básica de Vila Verde e com possibilidade de ser acompanhada online. 6 DE FEVEREIRO O vereador Patrício Araújo, responsável pelo pelouro da saúde no Município de Vila Verde, assumirá a segunda palestra, que versará sobre “Vacinas – mitos e vantagens” e decorrerá a 6 de fevereiro, às 10h30, na Escola Básica de Moure e Ribeira do Neiva. 26 DE MARÇO E 22 DE ABRIL Estão ainda agendas palestras sobre “Projeto WaterBridges – conservação de cágados nativos”, a 3 de março na Escola Profissional Amar Terra Verde, sobre “O Sol”, a 26 de março na Escola Básica Monsenhor Elísio Araújo, e sobre “Microalgas: o futuro verde da biotecnologia”, a 22 de abril na Escola Secundária de Vila Verde. 6 DE MAIO A Mostra de Projetos de Ciência e Tecnologia terá lugar a 6 maio, na Casa do Conhecimento de Vila Verde, onde se inclui exposições, apresentação de projetos das escolas e curtas-metragens da extensão do Braga Science Film Fest. 27 DE MAIO Para 27 de maio, está agendada uma caminhada científica, com o Trilho Dois Rios - Ecotrilho do Agrupamento de Escolas de Prado, sob orientação de Patrícia Gomes, do Instituto de Ciências da Terra - Escola de Ciências da Uminho. 8 DE JULHO Outro dos pontos altos do programa é o segundo Congresso de Ciência & Tecnologia, que vai ter lugar a 8 de julho, no salão nobre do Município de Vila Verde, num evento com certificação pelo Centro de Formação do Alto Cávado. EXPOSIÇÃO: 4 DE FEVEREIRO A 17 DE MARÇO Na Casa do Conhecimento, vai ainda decorrer uma exposição científica, de 4 de fevereiro a 17 de março, centrada em “Cogumelos: A Natureza quer, o Homem sonha, a obra nasce”, sob gestão de STOL – Science Through Our Lives - Departamento de Biologia, Escola de Ciências da UMinho, Ao longo da programação vão decorrer diversas oficinas na Casa do Conhecimento de Vila Verde, envolvendo a Escola de Ciências da UMinho e os alunos do ensino pré-escolar do concelho, assim como encontros interativos com Seniores. A Feira de Ciência & Tecnologia é uma iniciativa anual, organizada pela Casa do Conhecimento de Vila Verde em parceria com as Escolas e Agrupamentos do concelho, que promove a cultura e a literacia científica e tecnológica.  
Data
21 Jan - 08 Jul '26
“Feira dos Vinte” na Vila de Prado 2026
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“Feira dos Vinte” na Vila de Prado 2026
Feira dos Vinte regressa à Vila de Prado de 17 a 20 de janeiro de 2026 A centenária Feira dos Vinte, também conhecida como Festa de São Sebastião, regressa à Vila de Prado, no concelho de Vila Verde, entre os dias 17 e 20 de janeiro de 2026, com um programa alargado que alia tradição, gastronomia, feira de gado e animação cultural. Com mais de 700 anos de história, a Feira dos Vinte mantém como principal ex-líbris a venda e troca de gado, sobretudo bovino e cavalar, sendo um dos mais antigos certames do género na região. Ao longo dos séculos, a feira soube adaptar-se aos novos tempos, preservando a sua identidade rural e afirmando-se como um importante ponto de encontro da comunidade e dos visitantes. A edição de 2026 é organizada pela Junta de Freguesia da Vila de Prado, com o apoio do Município de Vila Verde, e apresenta um programa diversificado ao longo de quatro dias, que integra iniciativas culturais, gastronómicas, religiosas e recreativas. O evento arranca no sábado, dia 17, com a abertura oficial da feira e o tradicional desfile de tratores pela Vila de Prado, seguindo-se atividades como a gincana de tratores, batismos a cavalo, a Caminhada dos Vinte, as Cantares de Reis, momentos de convívio ao pôr do sol e espetáculos equestres e musicais. No domingo, dia 18, decorre a exposição de animais, o picadeiro livre e a animação folclórica, com destaque para a tenda de alimentação, onde são servidas as tradicionais Papas à moda dos Vinte. A segunda-feira, dia 19, fica marcada pela Noite das Provas, dedicada à valorização da gastronomia e dos produtos locais, com provas de Papas à moda dos Vinte e de Vinhos Verdes da região, acompanhadas por espetáculo equestre e animação musical. O ponto alto do programa acontece na terça-feira, dia 20 de janeiro, com a realização do Concurso Pecuário, seguido da Missa em honra de São Sebastião, com a tradicional bênção do gado e desfile pelo recinto da feira. O encerramento inclui ainda espetáculos equestres e uma concentração de concertinas. A gastronomia assume, uma vez mais, um papel central, com as Papas à moda dos Vinte como símbolo maior do evento, contando com a colaboração da Confraria Gastronómica das Provas da Feira dos Vinte, entidade dedicada à preservação deste prato tradicional, acompanhado pelo melhor Vinho Verde da região. A Feira dos Vinte afirma-se como um marco identitário da Vila de Prado, promovendo os usos e costumes, o património rural e a cultura popular, atraindo anualmente milhares de visitantes e reforçando a dinâmica cultural e económica do concelho de Vila Verde.  
Data
17 - 20 Jan '26
OFERTA EDUCATIVA 2025/2026 – Centro Interpretativo do Artesanato em Cerâmica
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OFERTA EDUCATIVA 2025/2026 – Centro Interpretativo do Artesanato em Cerâmica
O Centro Interpretativo do Artesanato em Cerâmica, recentemente inaugurado na Vila de Prado, apresentou a sua Oferta Educativa para o ano letivo 2025/2026. O Município de Vila Verde sublinha que este espaço se dedica à preservação, estudo, divulgação e valorização das tradições associadas à produção cerâmica da região, bem como ao património material e imaterial a ela ligado.Localizado no edifício onde outrora funcionaram os antigos Paços do Concelho de Prado, o Centro Interpretativo oferece ao visitante a oportunidade de conhecer as tradicionais “Loiças de Prado” e as caraterísticas mais marcantes da produção cerâmica local, proporcionando ainda a possibilidade de “meter as mãos no barro” e experimentar a roda do oleiro.A nova oferta educativa integra um Caderno de Atividades de acesso livre, concebido como ferramenta pedagógica para professores e educadores. Direcionado a diferentes níveis de ensino – do Pré-Escolar ao Secundário – este programa inclui visitas guiadas, oficinas e ateliês, permitindo aos estudantes uma experiência de aprendizagem que complementa e reforça os conteúdos abordados em sala de aula. O acesso é gratuito, mediante inscrição prévia junto do Serviço Educativo.O Município de Vila Verde pretende, assim, reforçar a ligação entre escola e comunidade, promovendo o contacto direto dos jovens com o património cultural e artístico da região.O Caderno de Atividades encontra-se disponível para consulta em: www.cm-vilaverde.pt/locais/centro-interpretativo-do-artesanato-em-ceramica/
Data
25 Set '25 - 30 Jun '26
A História do “Lenço de Namorados”
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A História do “Lenço de Namorados”
A História do “Lenço de Namorados” É provável que a origem dos "Lenços de Amor" ou "Lenços de Pedido" esteja nos lenços senhoris do séc. XVII - XVIII, adaptados depois pelas mulheres do povo, dando-lhes consequentemente um aspeto característico. Antes de tudo, eles faziam parte integrante do traje feminino da rapariga minhota e tinham uma função fundamentalmente decorativa. Eram lenços geralmente quadrados, de linho ou algodão, bordados segundo o gosto da bordadeira. Mas estes lenços tinham outra função, não menos importante: a conquista do namorado. Eram originariamente bordados pelas meninas da alta sociedade, que frequentavam a escola, e assim possuíam os conhecimentos necessários sobre o ponto de cruz, adquiridos na infância, aquando da confeção do seu marcador ou mapa. A moça, quando estava próxima da idade de casar, confecionava o seu lenço, bordado a partir de um lenço de algodão que adquirira na feira, dos chamados lenços da tropa, ou dum pano de linho fino que porventura possuía. Depois de bordado, o lenço ia ter às mãos do "namorado" ou "conversado" e era em conformidade com a atitude deste, de o usar publicamente ou não, que se decidia o início duma ligação amorosa. Estes lenços carregam consigo, por isso, os sentimentos duma rapariga apaixonada, revelados através de variados símbolos amorosos como a fidelidade, a dedicação, a amizade, e através das suas escritas de amor. Por ser um trabalho minucioso obrigava a bordadeira a passar, durante muitas semanas e mesmo durante meses, os serões, à lareira, na sua confeção. Simultaneamente, esta tradição chegou também à rapariga do campo, que não possuía tanta escolaridade, o que justifica a utilização da linguagem popular e até da pronúncia característica desta região, com os consequentes erros ortográficos, tão típicos nestas obras de arte. Os lenços passaram a apresentar desenhos menos geométricos, de formas mais livres, bem como outros pontos mais fáceis de bordar, cuja aprendizagem passava de mãe para filha. Com estas alterações, outras se impuseram no trabalho decorativo destes lenços: o vermelho e o preto inicial vão dar origem a uma grande quantidade de outras cores de tons muito vivos que retratavam também a alegria da mulher do campo. Os lenços não deixaram porém de ser ainda mais expressivos, acompanhados muitas vezes de quadras de gosto popular dedicadas àquele a quem era dirigida tão grande fantasia: o Amado. Mantendo viva esta tradição, e como forma de valorização deste património que é já um ícone identitário do nosso concelho, as bordadeiras da Aliança Artesanal há três décadas que dão vida e forma a estas mensagens de amor na reprodução destes lenços. Vila Verde… onde o AMOR acontece!
Data
31 Jan - 31 Dez '25

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