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Prestação de Contas de Vila Verde espelha forte investimento

A arrecadação de receita, em 2018, fixou-se acima dos vinte e nove milhões de euros (29.420.146 euros), superando em quase 3 milhões de euros o valor atingido no ano transato.

A receita corrente executada (24.863.744€) foi superior à despesa corrente efetiva (20.187.660€), permitindo um aumento da poupança corrente na ordem dos 4.676.083,58 euros, demonstrando não só o cumprimento do princípio de equilíbrio orçamental, mas também que as receitas correntespermitiram concretizar uma parte das despesas de capital.

Em 2018, foi também cumprido o princípio do equilíbrio financeiro, dado que a execução dareceita corrente cobrada foi superior à despesa corrente acrescida das amortizações médias deempréstimos de médio e longo prazo, apresentando um excedente de 2 milhões e 515 mil euros, bastante acima dos 1 milhão e 635 mil euros de 2017.

O peso do investimento em relação à despesa total fixou-se em 34%, contra 31% no ano anterior, revelando um acréscimo do investimento em bens de capital em relação a 2017.

Fica, assim, demonstrado que existe um claro compromisso com o rigor colocado na elaboração do orçamento, acompanhado por um efetivo controlo da despesa e por uma boa cobrança das receitas. Só desta forma tem sido possível a significativa redução da dívida, permitindo que o Município tivesse conseguido pagar, no ano de 2018, os compromissos assumidos com os fornecedores no prazo médio de apenas 9 dias, um progresso bastante significativo relativamente aos já muito positivos 13 dias que haviam sido alcançados em 2017.

Merece também uma nota de destaque o esforço desenvolvido em ordem à otimização do aproveitamento de fundos comunitários fundamentais para a realização de investimentos estratégicos em setores estruturantes, nomeadamente o alargamento da rede de saneamento básico, a requalificação de edifícios e espaços urbanos, a promoção da mobilidade sustentável (ciclovia urbana da sede concelhia e ecovias) e a requalificação do parque escolar e de equipamentos de saúde.

 

As funções sociais absorveram 4 milhões e 636 mil euros, correspondentes a 52% do investimento total, sendo de relevar a realização de avultadas obras de alargamento da rede saneamento, no montante global de 2 milhões e 487 mil euros, e o ordenamento do território, cujo investimento se cifrou em 1 milhão e 385 mil euros.

A educação voltou a afirmar-se como um setor determinante do progresso social concelhio, tendo sido encetados importantes esforços no sentido de que todas as crianças e jovens concelhios tivessem acesso às mesmas oportunidades no acesso a um ensino moderno e suscetível de os preparar para os desafios da sociedade do conhecimento, da informação e da inovação.

Os esforços feitos para que os projetos de requalificação das escolas básicas dos 2.º e 3.º ciclos da Vila de Prado e de Vila Verde avançassem e representassem a concretização de um amplo e ambicioso plano de modernização de todo o parque escolar concelhio, avultam no investimento permanentemente realizado para que a educação concelhia se coloque ao nível do que melhor existe no país.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela, sublinha que “o documento da Prestação de Contas relativo ao ano de 2018 evidencia a boa saúde financeira do Município de Vila Verde, com elevadas taxas de execução da receita e da despesa e principalmente um forte investimento em obras de capital importância para o desenvolvimento harmonioso e sustentado do território concelhio e para a efetiva melhoria das condições de vida da população”.

O mesmo Edil releva que a maioria social-democrata da Câmara Municipal, “fruto do rigor e da forma criteriosa como geriu os dinheiros públicos do Município e do grande esforço feito pelos serviços municipais para garantir a aprovação de candidaturas a fundos comunitários, logrou avançar com a concretização de projetos em setores estratégicos para a modernização do concelho, nomeadamente o saneamento básico, a regeneração urbana, a mobilidade sustentável e a educação.

De facto, na perspetiva do Dr. António Vilela, “este documento testemunha que é possível conciliar rigor orçamental e consolidação da situação financeira com o investimento em obras e ações estruturantes para a construção de um concelho que se pretende cada vez mais próspero, espelha uma ação clara de planeamento e aproveitamento de todas as oportunidades relacionadas com os fundos comunitários, sem descurar a significativa redução da dívida do Município e a diminuição do tempo médio de pagamento aos fornecedores como um relevante tónico também para a economia local”.

O Presidente da Edilidade Vilaverdense frisa, ainda, tanto “o apoio concedido às empresas, implementando uma política fiscal que acarinha os investidores, reduz custos de contexto e elimina barreiras administrativas”, como “o insubstituível papel das Juntas de Freguesia, das associações e demais instituições concelhias, assim como do setor empresarial e dos Vilaverdenses em geral neste processo de mobilização de sinergias que estão a ser cruciais para a firmação de Vila Verde como um concelho próspero e moderno.